terça-feira, 16 de junho de 2015

Forçar sorriso piora o seu humor



Sabe aquele sorriso forçado que você solta para esconder um pouco do mau humor ou para disfarçar o quanto detesta o chato que veio dar oi? Colando ou não (aí vai depender das suas habilidades cênicas), colocá-lo no rosto piora o seu estado de espírito. E, no trabalho, pode enxugar um bocado a sua produtividade. Quem diz são pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos EUA. Eles acompanharam um grupo de motoristas de ônibus (ótimas cobaias, já que são forçados a lidar com pessoas o tempo todo, estando ou não a fim de socializar) por duas semanas e constataram que, conforme eles sorriam sinceramente, seus humores iam melhorando cada vez mais. Ok, isso é óbvio. Mas quando o sorriso vinha, por algum motivo, forçado, o humor dos motoristas tendia a se deteriorar rapidinho, e eles ainda perdiam a concentração no trabalhoconta o New York Times. É que, como todo mundo sabe, esconder as emoções não dá muito prazer. E o efeito, no caso, foi ainda mais significativo entre as mulheres. Tudo culpa das convenções sociais: elas crescem sendo encorajadas a demonstrar mais as emoções do que os homens. Disfarçá-las, então, tende a ser ainda mais sacrificante. Ou seja, a dica é: quer ficar de cara fechada, fique mesmo. Pense no seu bem-estar e deixe que os outros lidem com o seu mau humor ou com a sua antipatia. 
O problema é deles.

Quem eram os Faraós?



Introdução 



Os faraós eram os reis do Egito Antigo. Possuíam poderes absolutos na sociedade, decidindo sobre a vida política, religiosa, econômica e militar. Como a transmissão de poder no Egito era hereditária, o faraó não era escolhido através de voto, mas sim por ter sido filho de outro faraó. Desta forma, muitas dinastias perduraram centenas de anos no poder.

 

O poder dos faraós



Na civilização egípcia, os faraós eram considerados deuses vivos. Os egípcios acreditavam que estes governantes eram filhos diretos do deus Osíris, portanto agiam como intermediários entre os deuses e a população egípcia.



Os impostos arrecadados no Egito concentravam-se nas mãos do faraó, sendo que era ele quem decidia a forma que os tributos seriam utilizados. Grande parte deste valor arrecadado ficava com a própria família do faraó, sendo usado para a construção de palácios, monumentos, compra de jóias, etc. Outra parte era utilizada para pagar funcionários (escribas, militares, sacerdotes, administradores, etc) e fazer a manutenção do reino.



Ainda em vida o faraó começava a construir sua pirâmide, pois está deveria ser o túmulo para o seu corpo. Como os egípcios acreditavam na vida após a morte, a pirâmide servia para guardar, em segurança, o corpo mumificado do faraó e seus tesouros. No sarcófago era colocado também o livro dos mortos, contando todas as coisas boas que o faraó fez em vida. Esta espécie de biografia era importante, pois os egípcios acreditavam que Osíris (deus dos mortos) iria utiliza-la para julgar os mortos.



Exemplos de faraós famosos e suas realizações:



- Tutmés I – conquistou boa parte da Núbia e ampliou, através de guerras, territórios até a região do rio Eufrates.



- Tutmés III – consolidou o poder egípcio no continente africano após derrotar o reino de Mitani.



- Ransés II – buscou estabelecer relações pacíficas com os hititas, conseguindo fazer o reino egípcio obter grande desenvolvimento e prosperidade. 



Tutankamon – o faraó menino, governou o Egito de 10 a 19 anos de idade, quando morreu, provavelmente assassinado. A pirâmide deste faraó foi encontrada por arqueólogos em 1922. Dentro dela foram encontrados, além do sarcófago e da múmia, tesouros impressionantes.

 

Curiosidade:
 

A maldição do faraó 

No começo do século XX, os arqueólogos descobriram várias pirâmides no Egito Antigo. Nelas, encontraram diversos textos, entre eles, um que dizia que: "morreria aquele que perturbasse o sono eterno do faráo". Alguns dias após a entrada nas pirâmides, alguns arqueólogos morreram de forma estranha e sem explicações. O medo espalhou-se entre muitas pessoas, pois os jornais divulgavam que a "maldição dos faraós" estava fazendo vítimas. Porém, após alguns estudos, verificou-se que os arqueólogos morreram, pois inalaram, dentro das pirâmides, fungos mortais que atacavam os órgãos do corpo. A ciência conseguiu explicar e desmistificar a questão.

Água guardada por muito tempo pode ser consumida?

Pergunta: Desde o 11 de setembro venho guardando galões de água em recipientes de plástico que nunca foram abertos. A água pode ter ficado inadequada para beber ou cozinhar?

Resposta: Se a água estava limpa quando entrou nos recipientes, se os recipientes estavam perfeitamente limpos e esterilizados, e se você tiver certeza de que eles nunca foram abertos, a água não fica imprópria para consumo.

Se você tiver dúvidas sobre qualquer um desses fatores, a água ainda pode ser usada se for purificada. Os métodos de purificação geralmente sugeridos são filtragem seguida de fervura e adicionar algumas gotas (cerca de oito gotas para cada garrafa de 2 litros) de água sanitária de uso doméstico sem perfume.

Autoridades como a Cruz Vermelha e a Agência Federal de Gerenciamento de Emergência dos EUA recomendam manter estoques emergenciais de água à mão em caso de desastre: um galão por dia, por membro da família, é suficiente para pelo menos três dias. Deve ser água em garrafa vendida no supermercado ou água de torneira clorada colocada em recipientes de plástico limpos, do tipo garrafa PET, jamais embalagens de papelão tipo leite ou suco.

Autoridades também recomendam renovar esse estoque a cada seis meses e mantê-lo longe do calor e da luz solar, o que incentiva o crescimento de qualquer micróbio que possa estar presente. A água fervida pode ser aerada para torná-la mais agradável passando a água de um recipiente limpo para outro, e vice-versa.


sábado, 13 de junho de 2015

Eliminar vírus no Windows

Sobre Vírus Nível técnico : Intermediário Resumo No artigo abaixo vou esclarecer as dúvidas sobre mensagens (falsas) aparecendo durante a navegação. Detalhes Limpe os arquivos temporários http://www.windowsphone.com/pt-br/how-to/wp8/settings-and-personalization/storage-on-my-phone E tenha certeza que o seu roteador está usando DNS confiáveis. A maioria dos roteadores infelizmente não é configurada com o mínimo de segurança e bacaam sendo vítimas de ataques na internet. Nesses ataques o código malicioso altera os DNS para abrir sites impróprios. Muitos roteadores de internet usados em casas e empresas foram configurados com segurança indevida, deixando-se senhas padrão ou muitas vezes sem senha. Isso facilita o ataque e acesso não autorizado ao roteador. Consulte um profissional de TI ou o suporte da sua operadora de internet para elevar o nível de segurança no roteador. Um exemplo de modem vulnerável pode ser encontrado no link abaixo http://www.forbes.com/sites/andygreenberg/2012/07/13/researchers-say-time-warner-cable-and-comcast-distribute-wifi-routers-lacking-the-most-rudimentary-security/ É muito provável que seja apenas um POP-UP falso, sites podem usar POP-UPs para escrver qualquer coisa. O Windows Phone é um sistema que só executa APPs vindos da loja. E também possui um sistema de segurança interno. Você também pode configurar para que o navegador não aceite mais cookies, instruções no link abaixo: http://www.windowsphone.com/pt-br/how-to/wp8/apps/change-privacy-and-other-browser-settings 1- Vá até Configurações >> Internet Explorer >> Delete Histórico. 2-Configurações >> Sincronizar configurações >> Internet Explorer desativado. 3- Use o IE e procure um símbolo com duas folhas, isso fica do lado oposto do símbolo ... >> Apague todas as páginas listadas. Para proteger seus filhos sempre utilize o controle dos pais: http://bit.ly/MSA-ControlePais Para assistir uma explicação mais detalhada sobre o assunto: http://youtu.be/5hFZ6NVGkQY

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Conheça nosso Face


Batman o cavaleiro das trevas


Destruindo Clássicos: O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller – Parte 1: O fascismo do Cavaleiro das Trevas


Vocês devem se lembrar de Frank Miller como o cara que tirou o Demolidor do limbo, ou como o autor de Sin City, ou ainda como o criador de 300 de Esparta… 
Frank Miller é o exemplo clássico de um escritor que se tornou uma marca. Alcançou o sucesso com meia dúzia de trabalhos com alguma qualidade e, depois disso, qualquer coisa com os dizeres “escrito por Frank Miller”tornou-se sinônimo de altas vendas.
Pensemos em trabalhos considerados “revolucionários” como Ronin, vendido como “o primeiro mangá americano” (e, espero, tenha sido o último) ou mesmo aquele pastiche de american ninja conhecido como Elektra Assassina e você já tem uma noção do nível das ideias de Miller. Porém, criticar Miller por essas obras seria fácil demais e, até certo ponto, desnecessário. Vamos pegar algo realmente de peso em sua obra. Uma obra cuja qualidade não poderia nem deveria ser questionada… até agora. Vamos pegar o clássico dos clássicos de Miller…
O Cavaleiro das Trevas.
Com O Cavaleiro das Trevas Frank Miller consolidou a concepção de um Batman brutal e psicótico. Sim, você leu certo. Miller não inventou esse Batman, ele já estava lá, escrito por Denis O’Neil e desenhado por Neal Adams desde a década de 70 -lembrando que O’Neil foi o editor de Miller na obra, bem como Dick Giordano, fico pensando quanto aquilo tudo foi ideia deles ou de Miller… mas vamos crer naquilo que está escrito.
Mas por que Miller fixou-se na mente da maioria dos leitores tendo criado esse Batman? A resposta está na estratégia de marketing da DC. As histórias de O’Neil eram simplesmente comics ou, para tornar a expressão mais inteligível, gibis. Coisa de criança. Já O Cavaleiro das Trevas não, aquilo era uma graphic novel (novela ou narrativa gráfica, dependendo de quem faz a porca tradução), quadrinhos, a 9ª Arte e vendido como tal.
Embora no seu formato original a série tenha saído como limited series, apenas um ano depois foi reunida em uma única edição como uma graphic novel, ou seja, uma estratégia de mercado para vender quadrinhos para um público adulto, ou um modo de um adulto ler quadrinhos em algum lugar público e não receber olhares reprovadores por isso. Ou seja, o sucesso de O Cavaleiro das Trevas não pode ser dissociado dessa estratégia de marketing da DC em vender o Batman para um público “adulto”.
Em O Cavaleiro das Trevas, Miller executa sua ideia básica para 95%  de sua produção: pega todas as suas influências noir na ambientação, hard boiled na trama e cria um tough guy como personagem principal. Voilá! Você tem mais uma obra prima de Frank Miller! Alguém aí lembrou do filme do Spirit? Então…
Mas ok. Você comprou o peixe como lhe venderam. Gastou cerca de 100 reais na edição definitiva da Panini (última a ser pública por aqui e ainda vem com O Cavaleiro das Trevas 2, mas esse está abaixo da crítica). Tem nas mãos um verdadeiro clássico da 9ª Arte, uma graphic novel, um Batman para adultos escrita e desenhada por ninguém menos que Fank Miller. E agora?
Livro 1: O Retorno do Cavaleiro das Trevas
Bruce Wayne está velho. Na primeira sequencia de quadrinhos o vemos desafiar a morte em uma manobra suicida em uma corrida de carros. Gotham está mais violenta do que nunca e Batman o quer possuir novamente, mas ele resiste. Por quê? Porque se sente inseguro, tem medo de não estar à altura do Homem-Morcego.
Mas quando o filme Zorro traz de volta as lembranças da morte de seus pais o Batman volta. A cidade, que até então vinha sofrendo uma onda infernal de calor é acometida por uma tempestade. É o Batman voltando e limpando as ruas de Gotham.
Batman constata que já não é mais o mesmo. Seu corpo não responde… ele se lamenta por ter sido brando demais com alguns criminosos que agora o cercam. Então, quando toma o controle da situação novamente, ele aleija um criminoso. Batman afirma sua superioridade e recupera parte de sua confiança em si mesmo ao fazê-lo.
Paralelo a tudo isso, Harvey Dent é solto do Arkham, agora com a face regenerada e supostamente reabilitado. Mas, obviamente, volta a cometer crimes. A capacidade dos psiquiatras e psicólogos do Arkham é anulada. Não é possível nenhuma reabilitação. No embate final com Batman, o Duas-Caras pode morrer, mas Batman o salva. Não por uma preocupação ética ou moral em salvar vidas, mas porque Batman deseja saber se realmente era Harvey Dent ou não.
Ao interrogar um criminoso, este clama por seus direitos humanos, ao que Batman responde que se divertia contando-os para ficar mais furioso. Datena e afins aplaudiriam de pé o Morcego por essa.
Esse é o Batman de Frank Miller: inseguro, obsessivo, psicótico e com quase nenhuma restrição ética ou moral, que ele mesmo descreve como “um gênio obsessivo, hercúleo e razoavelmente maníaco”.
Livro 2: O Triunfo do Cavaleiro das Trevas
As ações do Batman começam a repercutir. Os índices de criminalidade diminuem e um debate sobre a legitimidade de seus atos se instala na imprensa. O dr. Wolper já teve sua capacidade invalidada ao liberar o Duas-Caras do Arkham. Quando ele analisa os atos do Morcego diz categoricamente: “o Batman é uma doença”.
Em um programa de TV o âncora se dirige a Lana Lang, uma das poucas defensoras do Batman na mídia: “Como pode apoiar uma conduta tão ilegal, que viola justiça e direitos humanos?” (notem que no original é “direitos civis”)  e a resposta “Nós vivemos à sombra do crime, Ted, com a silenciosa certeza de que somos as vítimas… do medo, da violência e da impotência social. Um homem se ergueu para nos mostrar que o poder está e sempre estará em nossas mãos. Nós nos encontramos cercados e sob ataque. Ele está mostrando que podemos resistir”. O mesmo poderia ser dito de Hitler durante a República de Weimar, e todos nós sabemos como tudo isso terminou.
Miller é hábil ao alternar entre os atos do Batman e a posição da imprensa. Ele a mostra sempre adulterando e deturpando os fatos que vemos, há sempre um contraste entre a realidade que ele nos faz presenciar e a interpretação equivocada da mídia e é por isso que as ações do Batman são sempre justificadas de alguma forma. A mídia declara que Batman é um fascista, um doente e um criminoso. Ficamos ao lado do vigilante e, desse modo, legitima-se esse mesmo comportamento que é, de fato, fascista, doente e criminoso no pior sentido da máxima “os fins justificam os meios”. Aliás essa é a tese de Miller: Batman é grande demais, está acima da compreensão de meros mortais. Suas ações estão acima do Bem e do Mal. De acordo com Miller:
“Eu não guardei meu veneno mais poderoso pro Coringa ou pro Duas-Caras, mas para as insípidas e apelativas figuras da mídia que cobriam de forma tão pobre os gigantescos conflitos daquela época. O que essas pessoas insignificantes fariam se gigantes andassem sobre a Terra? Que tratamento elas dariam a um herói poderoso, exigente e inclemente?”
E é esse mesmo herói inclemente que diz: “Foi difícil carregar 120 quilos de sociopata até o topo das Torres de Gotham… o ponto mais alto da cidade. Mas os gritos compensaram”. Batman não usa mais seus métodos apenas porque é necessário, ele passa a sentir prazer na tortura que inflige aos criminosos.
Mas o grande conflito está entre Batman e a chamada Gangue dos Mutantes. Sabemos poucos dessa gangue, mas duas de suas características são constantemente reiteradas: sua juventude e sua brutalidade. Num conflito quase mortal com o líder dos Mutantes tendo como telespectadores o restante da gangue Batman o vence, provocando a catarse para aquela juventude massificada e brutalizada. Em um passe de mágica, parte dos Mutantes se tornam Os Filhos do Batman. Ao invés de executar atos de violência contra os cidadãos de bem de Gotham começam a executar atos de violência contra criminosos. É assim que Miller vê a juventude: uma massa perdida à espera de seu Führer.
Convencidos? Satisfeitos? Eu também não. Não perca a parte 2 com os capítulos finais da obra, entenda a crítica de Frank Miller ao Occupy Wall Street e seu legado para o Homem-Morcego, talvez não nessa mesma bat-hora, mas definitivamente nesse mesmo bat-canal, ou melhor, bat-blog.